quinta-feira, 26 de março de 2020

RN implanta Central de Atendimento em saúde para atendimentos sobre coronavírus




Entra em funcionamento a partir desta quinta-feira (26), em todo o Estado, uma Central de Atendimento que será disponibilizada para a população e para estabelecimentos empresariais, a fim de esclarecer dúvidas e prestar acolhimento psicológico sobre o novo coronavírus. A Central também receberá doações que colaborem no combate à pandemia.
A ação do Governo do RN é uma iniciativa conjunta das Secretarias da Administração (Sead); da Saúde Pública (Sesap); do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social (Sethas); e das Mulheres, Juventude, Igualdade Racial e Direitos Humanos (Semjidh), em parceria com a Interjato Soluções; o Instituto Bem-Te-Vi; a UFRN; a UnP e outras instituições de ensino, além de grupos voluntários formados por servidores públicos, psicólogos, professores e estudantes. Ao todo, são mais de 300 colaboradores envolvidos.
Para contatar a Central "Disque Prevenção ao Coronavírus", basta telefonar para o número 3190-0700. Inicialmente, o serviço estará disponível no horário das 7h às 23h, podendo ser alterado futuramente, conforme viabilidade.
O objetivo é proporcionar apoio à sociedade, que poderá tirar dúvidas e receber, por exemplo, orientações sobre autocuidados, modos de prevenção e identificação de sintomas, visando minimizar, em um primeiro momento, a necessidade de ir a uma unidade de saúde. Dessa forma, evita-se o contato com outros pacientes e, consequentemente, possibilidades de transmissão do vírus, caso algum deles já esteja com a doença Covid-19.
Outra finalidade da central é prestar atendimento de apoio psicológico. Durante a pandemia, com as pessoas ficando mais tempo em casa, estão mais suscetíveis a implicações emocionais de uma quarentena e de aspectos psicológicos do isolamento. Por isso, psicólogos voluntários farão atendimento.
Para a secretária da Administração, Virgínia Ferreira, a ideia é proporcionar auxílio àquelas pessoas que estão se sentido ansiosas, angustiadas, confinadas por se sentirem em risco, por serem idosas, vulneráveis, imunossuprimidas, ou não terem uma rede de suporte para ajudar a atravessar esse momento. “Os esclarecimentos e o apoio emocional serão realizados por uma equipe de pessoas qualificadas que vão ouvir e orientar a população”, afirma.

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